Textos, artigos, frases, reportagens, notícias sobre educação no geral. JACQUELINE GUIMARAES PEREIRA
borboletas
c
arte e terapia
MULHER!
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Voltei!
Queridos amigos que acompanhavam meu blog, faz seis meses que eu estava com problemas técnicos no blogger, mas 2014 trouxe novamente ele sem problemas, então a partir de hoje, novas postagens para ler, refletir, pesquisar, entender, e perguntar. Abraços e que este novo ano realmente nos renove, façamos diferente para fazer e ser a diferença!
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Trabalho de artes das turmas 81 e 82 da escola Castelo Branco - Uruguaiana-rs
Trabalho realizado com a professora Maria Luisa Lago, graduada em Artes Visuais, pelas turmas 81 e 82 da escola Castelo Branco.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Quando as crianças devem (ou não) dormir com os pais
Comportamento
Samuel Ribeiro
Atualizado em 15.12.2011
Getty Images
É certo que dez em cada dez crianças entre 3 e 5 anos pede ou já pediu para os pais para passar a noite no quarto com eles
Medo de ficar sozinha em seu cômodo ou tomar sustos com pesadelos
durante a madrugada são, geralmente, as principais causas que levam os
pequenos a pedir colo e, claro, cama. Nessas horas, é difícil negar
abrigo para o filhote. Mas como saber se essa proteção noturna é
saudável e se não vai prejudicar o desenvolvimento psicológico da
criança? Em que casos é preciso impor limites? Abaixo você confere
respostas para esse tipo de pergunta e ainda vê dicas para lidar com as
mais diversas situações:
1. Nessa idade é normal que a criança durma sempre com os pais?
Não. Ela já devia estar dormindo sozinha há muito tempo. Nos três primeiros meses de vida, é importante que mãe e filho durmam no mesmo quarto para fortalecer o vínculo e a confiança entre os dois. Entretanto, a partir do quarto mês, quando o sono do bebê já é mais profundo, ele deve se acostumar a ficar sozinho em seu quarto. Com mais de 5 anos então...
2. Quais os aspectos negativos de permitir que a criança esteja sempre na cama com os pais?
Sentir compaixão com os temores da criança é mais do que normal. Mas, se a proteção é excessiva e o medo de que aconteça algo com os filhos enquanto dormem é exagerado, no futuro, quando crescerem, eles podem se tornar pessoas inseguras, muito dependentes e incapazes de lidar com frustrações.
3. Em quais situações é preciso ser mais flexível e deixar a criança passar a noite no quarto do casal?
Quando a criança tem um pesadelo e acorda assustada, com medo, os pais devem explicar que aquilo foi apenas um sonho, algo que vai passar, e permitir que ela fique por ali. Dica: assim que o pequeno adormecer, leve-o de volta para o seu quarto. É importante que ele acorde na própria cama e veja que todos os monstros não estão lá.
4. E se a criança pede para dormir logo no início da noite?
Nesse caso, o ideal é colocá-la na cama dela e fazer-lhe companhia até que pegue no sono. Contar histórias infantis pode proporcionar mais tranqüilidade para que ela durma na santa paz. Além de ser mais um momento rico de convivência. A dica também serve para quando a criança adoece. A assistência deve ser dada em seu próprio quarto para que ela não crie o hábito de dormir com os pais toda vez que ficar doente.
5. Filho único tem mais dificuldade para dormir sozinho?
Entre o primeiro e o segundo ano de vida, isso é comum. Por não conviver com outras crianças o filho único tende a ser mais dependente dos adultos. Mas aos 5 anos de idade já devia estar superado.
6. Como saber se ela sofre do chamado terror noturno?
Se a criança está dormindo tranqüila e, de repente, acorda aterrorizada. Senta-se na cama e começa a gritar com expressão de medo no rosto e os olhos bem abertos. O coração dispara e a respiração fica irregular. Depois de dois minutos de crise, ela volta a dormir como se nada tivesse acontecido. Esses são os sinais típicos do terror noturno, um problema sério, que precisa de acompanhamento médico caso aconteça sempre.
7. Acontecimentos inusitados e mudanças na rotina podem fazer a criança se sentir insegura?
Sim. É normal, por exemplo, que ao mudar de escola, ela fique mais insegura. Mas isso não é justificativa para dormir com os pais. Novamente reforçamos: o ideal é que o pai ou mãe façam companhia para que ela durma em seu próprio quarto. Quando há mudança de casa ou de cidade, não há problema em a criança passar a noite por alguns dias no quarto do casal até se acostumar com o novo lugar. Problemas graves, como lidar com a morte de uma pessoa próxima da família, requerem bastante atenção dos pais. Caso o episódio comece a interferir no sono, na alimentação e no rendimento escolar, pode ser necessário procurar a orientação de um psicólogo infantil.
8. Como fazer para que ela deixe de dormir com os pais?
É preciso explicar sobre a importância de cada um ter seu próprio espaço. Proibir de uma noite para outra que a criança durma com o casal pode ser encarado como rejeição. Ela precisa tomar posse do quarto dela e compreender que essa é uma forma de ter autonomia. No caso dos filhos únicos que acabaram de ganhar um irmãozinho, os pais devem explicar que a ele precisa ser mais independente e ajudar a tomar conta do bebê em um quarto comum.
9. Dormir no quarto dos pais pode causar problemas de sexualidade no futuro?
Depende. Se a criança acordar no meio da noite e os pais estiverem fazendo sexo e esses casos não são tão incomuns , ela pode encarar aquele ato como uma espécie de agressão física de um para com o outro. Isso pode, eventualmente, atrapalhar a sua vida sexual na idade adulta.
fonte:ED.ABRIL/2012.S/A.
1. Nessa idade é normal que a criança durma sempre com os pais?
Não. Ela já devia estar dormindo sozinha há muito tempo. Nos três primeiros meses de vida, é importante que mãe e filho durmam no mesmo quarto para fortalecer o vínculo e a confiança entre os dois. Entretanto, a partir do quarto mês, quando o sono do bebê já é mais profundo, ele deve se acostumar a ficar sozinho em seu quarto. Com mais de 5 anos então...
2. Quais os aspectos negativos de permitir que a criança esteja sempre na cama com os pais?
Sentir compaixão com os temores da criança é mais do que normal. Mas, se a proteção é excessiva e o medo de que aconteça algo com os filhos enquanto dormem é exagerado, no futuro, quando crescerem, eles podem se tornar pessoas inseguras, muito dependentes e incapazes de lidar com frustrações.
3. Em quais situações é preciso ser mais flexível e deixar a criança passar a noite no quarto do casal?
Quando a criança tem um pesadelo e acorda assustada, com medo, os pais devem explicar que aquilo foi apenas um sonho, algo que vai passar, e permitir que ela fique por ali. Dica: assim que o pequeno adormecer, leve-o de volta para o seu quarto. É importante que ele acorde na própria cama e veja que todos os monstros não estão lá.
4. E se a criança pede para dormir logo no início da noite?
Nesse caso, o ideal é colocá-la na cama dela e fazer-lhe companhia até que pegue no sono. Contar histórias infantis pode proporcionar mais tranqüilidade para que ela durma na santa paz. Além de ser mais um momento rico de convivência. A dica também serve para quando a criança adoece. A assistência deve ser dada em seu próprio quarto para que ela não crie o hábito de dormir com os pais toda vez que ficar doente.
5. Filho único tem mais dificuldade para dormir sozinho?
Entre o primeiro e o segundo ano de vida, isso é comum. Por não conviver com outras crianças o filho único tende a ser mais dependente dos adultos. Mas aos 5 anos de idade já devia estar superado.
6. Como saber se ela sofre do chamado terror noturno?
Se a criança está dormindo tranqüila e, de repente, acorda aterrorizada. Senta-se na cama e começa a gritar com expressão de medo no rosto e os olhos bem abertos. O coração dispara e a respiração fica irregular. Depois de dois minutos de crise, ela volta a dormir como se nada tivesse acontecido. Esses são os sinais típicos do terror noturno, um problema sério, que precisa de acompanhamento médico caso aconteça sempre.
7. Acontecimentos inusitados e mudanças na rotina podem fazer a criança se sentir insegura?
Sim. É normal, por exemplo, que ao mudar de escola, ela fique mais insegura. Mas isso não é justificativa para dormir com os pais. Novamente reforçamos: o ideal é que o pai ou mãe façam companhia para que ela durma em seu próprio quarto. Quando há mudança de casa ou de cidade, não há problema em a criança passar a noite por alguns dias no quarto do casal até se acostumar com o novo lugar. Problemas graves, como lidar com a morte de uma pessoa próxima da família, requerem bastante atenção dos pais. Caso o episódio comece a interferir no sono, na alimentação e no rendimento escolar, pode ser necessário procurar a orientação de um psicólogo infantil.
8. Como fazer para que ela deixe de dormir com os pais?
É preciso explicar sobre a importância de cada um ter seu próprio espaço. Proibir de uma noite para outra que a criança durma com o casal pode ser encarado como rejeição. Ela precisa tomar posse do quarto dela e compreender que essa é uma forma de ter autonomia. No caso dos filhos únicos que acabaram de ganhar um irmãozinho, os pais devem explicar que a ele precisa ser mais independente e ajudar a tomar conta do bebê em um quarto comum.
9. Dormir no quarto dos pais pode causar problemas de sexualidade no futuro?
Depende. Se a criança acordar no meio da noite e os pais estiverem fazendo sexo e esses casos não são tão incomuns , ela pode encarar aquele ato como uma espécie de agressão física de um para com o outro. Isso pode, eventualmente, atrapalhar a sua vida sexual na idade adulta.
fonte:ED.ABRIL/2012.S/A.
Por que as crianças sentem medo
Comportamento
Giuliano Agmont
Atualizado em 30.01.2012
Getty Images
É na infância, sobretudo até os 5 anos, que
uma série de temores aflora de maneira mais intensa. Aprenda a
detectá-los e deixar os baixinhos mais tranquilos nessa hora
O medo faz parte da natureza humana. É um estado emocional que ativa os sinais de alerta do corpo diante dos perigos e uma importante etapa do amadurecimento afetivo de bebês. A tarefa dos pais é ajudá-los a lidar com os próprios temores, que tendem a florescer ainda mais nos primeiros aninhos de vida. Mas qual o limite entre o medo normal e o exagerado? O que fazer quando o pequeno começa a sofrer? Para a psicóloga Maria Tereza Maldonado, de São Paulo, o saudável é buscar o equilíbrio. “A falta de medo expõe a criança ao risco e o excesso dele faz com que ela se feche, numa espécie de prisão sentimental”, explica a especialista. “O ideal é ajudar a criança a identificar o medo ‘amigo’ e o medo ‘inimigo’. O primeiro ela deve obedecer, e o segundo, desobedecer.”
Na prática, o que se espera é que o pequeno aprenda a dominar seus temores e não ser dominado por eles, assim como acontece com os adultos. A diferença é que meninos e meninas têm uma percepção mais inocente dos acontecimentos, uma imaginação bastante fértil e uma menor capacidade de discernimento dos fatos. “Esses três ingredientes juntos transformam um simples ralo de piscina na mais pavorosa ameaça à vida humana”, ilustra Maria Tereza, cujo filho passou por essa situação. “Ele viu uma folha ser tragada pelo ralo e deduziu que o mesmo aconteceria com qualquer um que entrasse na água.”
Identificar a origem ou mesmo a existência do medo infantil exige dedicação. É preciso estar atento aos sinais demonstrados pela criança e saber conversar com ela sobre o que lhe causa pavor. Os pais e os responsáveis devem dar corda e valorizar tudo o que a garotada diz. Também precisam lembrar-se de que nem sempre os pequenos se comunicam por palavras. “A oportunidade de se expressar dá à criança a chance de encontrar a saída sozinha”, garante Maria Tereza.
Sintomas
O medo excessivo causa reações fisiológicas e comportamentais na criança. Coração palpitante, calafrios, suor nos pés e nas mãos, sono intranquilo, descontrole para fazer xixi, diarreia e dor de barriga são alguns dos indícios do problema. “Quando esse quadro se instala, a saúde da criança pode ser prejudicada por causa de uma desidratação ou anemia, por exemplo”, alerta a psicopedagoga Eliane Pisani Leite. As reações comportamentais – inibição e agressividade – por sua vez prejudicam a rotina da criança, mas podem se agravar e virar fobias, caracterizadas por reações exageradas que fogem ao controle da criança. Para detectar essas situações o quanto antes, conheça os principais tipos de medo.
Tipos de medo comuns na infância
O pediatra carioca Júlio Dickestein diz que o medo costuma surgir diante de alguns elementos reais na vida de uma criança: o médico, a creche ou escola, a alimentação, a violência e a dor recorrente. Essas causas reais geram um medo verdadeiro, mas também podem derivar para estados secundários (medo de escuro, de monstros etc.). “Cada criança reage de uma maneira e o temor pode se tornar banal ou catastrófico”, explica o médico. “O importante é que os pais saibam a origem do medo, que acaba se manifestando de forma mais clara quando a criança fica sozinha ou está em lugares escuros”, explica o pediatra.
• Médico
A criança já chega estressada à consulta. Tudo é diferente. Em seguida, fica sem roupa diante de um estranho com objetos ameaçadores, que são postos na garganta, no ouvido, no peito... Isso sem falar na injeção. Para minimizar o apavoramento que tanta novidade causa, brinquedos podem ser ótimos aliados.
• Creche e escola
É uma etapa difícil para qualquer criança: separar-se dos pais por períodos prolongados pela primeira vez. Os pequenos se sentem desprotegidos na fase de adaptação. Para seu filho ficar mais seguro, seja fiel aos horários. Esteja esperando por ele na hora da saída da creche ou da escola.
• Alimentação
A comida leva a um círculo vicioso muito comum. Os pais querem que a criança coma, mas a criança não quer comer. E, quanto mais eles forçam, pior fica a situação. Resultado: o pequeno trava à mesa. Tornar a refeição um momento descontraído é uma boa forma de diluir esse amedrontamento. Procure enaltecer os prazeres proporcionados pelos alimentos (isso vale mais do que festejar quando a criança come ou castigar quando recusa um alimento).
• Dor permanente
Costuma estar associada a doenças. Por exemplo, à intolerância a algum tipo de alimento, como o leite. As cólicas persistentes fazem com que a criança fique alarmada diante da comida. Nessa situação, não engane seu filho. Diga a verdade sobre a relação entre o alimento e a dor que sente. O pediatra sempre poderá ajudar você a traduzir para a linguagem do pequeno essa relação.
• Violência
É o tema mais difícil de abordar, mas infelizmente acontece com frequência. O pior é que essa causa tem a ver diretamente com os pais. Da negligência afetiva (mãe e pai que deixam os filhos emocionalmente desamparados porque estão sempre cansados do trabalho, por exemplo) à palmada, de ameaças a humilhações, todo tipo de sofrimento físico e psíquico causado à meninada pode gerar medo e marcar o pequeno pela vida toda.
Medos infantis secundários
Eles podem ser derivados de situações de medo real que a criança viveu ou aparecerem sem justificativa por causa da imaginação fértil das crianças.
Escuridão
A falta de luz favorece a imaginação das crianças. Nesse cenário, vultos e sons podem ganhar dimensão e se transformar em figuras amedrontadoras na cabecinha delas. Alguns segundos no escuro antes de dormir, conversando com o pai ou a mãe, são uma forma de estimular a criança a vencer a inquietação. Deixar uma luz indireta próxima à cama também colabora.
Ficar sozinho
Na cabeça da criança, a ausência de uma pessoa da família por perto pode significar que ela está à mercê de todos os perigos. Deixe absolutamente claro que ela não vai ficar desamparada e que você não vai desaparecer da vida dela! Mas fale sempre a verdade, de preferência olhando nos olhos dela. Diga ao pequeno que você vai, mas que volta. Em geral, é aconselhável estimular a criança a enfrentar esse medo aos poucos. Isso faz com que ela desenvolva a autoconfiança e se sinta cada vez mais segura. É importante não confundir medo com birra. O choro pode ter vários significados. Um escândalo na porta da escola ou na casa da avó nem sempre é sinal só de pavor. Fique atento ao semblante da criança e procure acalmá-la sempre, conversando.
Fantasia
Monstros, fantasmas, bichos-papões e homens do saco sempre farão parte do imaginário infantil. Afinal, são elementos presentes nas historinhas que as crianças ouvem e assistem e nas brincadeiras que fazem. Esse universo lúdico é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos ao estimular sua capacidade inventiva, função importante do pensamento. Mas ele também pode alimentar os chamados medos “inimigos”, principalmente quando os pequenos estão sozinhos ou no escuro. Nessa hora, a conversa e a brincadeira são as melhores ferramentas para ajudar meninos e meninas a lidar com suas fantasias. Exemplo: a sombra na parede pode se transformar em aliada no enfrentamento de medos (em vez de causá-los).
Terror noturno
É um medo patológico que, estima-se, atinge até 15% das crianças em idade pré-escolar. As causas não estão totalmente esclarecidas. O pequeno acorda sobressaltado durante a noite e demonstra estar mais apavorado do que o razoável, com semblante de terror. É difícil acalmá-lo. Ele praticamente não consegue acordar completamente durante a crise e costuma transpirar bastante. O coração também dispara. Em geral, a criança não se lembra do que a assustou ou tem apenas uma lembrança imprecisa de algo pavoroso durante o sono. Nesse caso, é importante sempre tranquilizá-lo sem gritos e buscar ajuda profissional de psicólogos ou psiquiatras.
Medos reais
São os chamados medos “amigos” porque protegem a criança dos riscos oferecidos por escadas, estranhos, animais, lugares altos, água, por exemplo. Devem ser estimulados com informação para que ela desenvolva a cautela sem exageros. Assim, terá a percepção do risco e a atitude de autoproteção, conseguindo enfrentar a situação de uma maneira menos sofrida.
Medos comuns por idade
0 a 18 meses
Barulhos estranhos ou altos, luzes intensas, pessoas estranhas e riscos de quedas. O bebê chora ou fica irritadiço e agitado.
18 a 36 meses
Água, pessoas mascaradas (Papai Noel), escola e tudo o que for estranho à sua rotina. É importante saber que a zona de conforto do bebê está ligada à ordem.
3 a 5 anos
Fantasias assustadoras, como monstros e fantasmas. É a fase da imaginação fértil, que pode se intensificar na hora de dormir. Ela acontece por causa do desenvolvimento da massa cinzenta. Vale lembrar que a capacidade de imaginação aumenta à medida que ocorre o desenvolvimento biológico do cérebro.
A partir dos 6 anos
Medos mais vinculados à realidade, como o de ladrões e o de acidentes em geral. A família deve transmitir a malícia necessária para a criança ter segurança. Nessa hora, é importante demonstrar como agir em uma piscina ou, então, o que fazer diante do assédio de estranhos.
Como lidar com o medo infantil
- Dê atenção, questione e estimule a criança a enfrentar o medo irreal (ou inimigo): ela encontrará sozinha uma solução para suas fantasias. Exemplo: a sombra na parede pode se transformar em uma aliada no confronto dos medos (em vez de causá-los).
- Não gaste tempo demais falando sobre o assunto para evitar que a criança fique ainda mais ansiosa. Mude de tópico, distraia.
- Fale a verdade sobre os medos reais (ou amigos) para que a criança construa noções de perigo. Exemplo: ela tem de saber que escadas, piscinas e animais presos representam riscos. Mas faça isso sem aterrorizá-la.
- Brinque com seu filho e entre na fantasia dele (a do bicho-papão, por exemplo): experiências lúdicas ajudam os pequenos a lidar com seus anseios.
- Bonecos e brinquedos treinam a criança para a vida. Os pequenos costumam representar em brincadeiras o sentimento de medo frente a uma situação real, como a ida a um hospital.
- Avalie a intensidade do medo e fique atenta para o limite da normalidade, que é a rotina saudável de vida.
- Faça a apresentação formal das pessoas para que a criança saiba que aquele estranho tem autorização do pai para se aproximar. É verdade que nem sempre isso funciona. Nesse caso, é preciso ter paciência e saber dar tempo ao tempo. Essa fase passa. Mas é importante não confundir o choro da criança que fica sem a mãe a semana inteira e não quer largar o colo no fim de semana do choro de medo de estranhos.
- Ofereça objetos para ela se sentir mais segura, principalmente na hora de dormir sozinha. São os chamados objetos transicionais, que reduzem a ansiedade da criança durante a passagem da vida desperta para o sono. Pode ser o famoso ursinho, o naná, a boneca e até a mantinha. O importante é que ele tenha algo familiar à mão para enfrentar os temores na hora de dormir.
- Jamais use o medo da criança como meio de poder: além de cruéis, ameaças de deixar o filho sozinho ou no escuro reforçam o medo inimigo.
Fonte: Ed. Abril/2012.S/A.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
ESQUIZOFRENIA

Para saber mais
Esquizofrenia
O termo esquizofrenia (esquizo = cisão, frenia = mente) foi introduzido em 1911 pelo psiquiatra suíço Eugen Bleuler para definir uma doença psíquica caracterizada, basicamente, pela "cisão do pensamento, do afeto, da vontade e do sentimento subjetivo da personalidade".
Os sintomas da esquizofrenia
são classificados como produtivos e negativos. Os sintomas produtivos mais característicos são o delírio e as alucinações. Entende-se por delírio um juízo falso e irredutível da realidade, como por exemplo uma idéia de perseguição (delírio paranóide), no qual o paciente sente-se perseguido e ameaçado por outras pessoas, interpretando fatos da vida quotidiana como provas cabais de sua perseguição.
Alucinações são percepções sem estímulo externo, como ver ou ouvir coisas não presentes. Na esquizofrenia, as alucinações auditivas são as mais freqüentes: o paciente escuta vozes de pessoas ausentes, que comentam sobre seu comportamento ou lhe dão ordens imperativas, às quais ele não consegue resistir. O paciente passa a sentir-se influenciado por outros, perde o controle de sua própria vontade, sente-se controlado por telepatia, por hipnose, "como um robô". Pode também interpretar delirantemente estímulos reais, como por exemplo, achar que uma determinada notícia na televisão ou no rádio refere-se à sua pessoa.
Os sintomas negativos caracterizam-se, principalmente, por uma diminuição da afetividade e por um empobrecimento do conteúdo do pensamento.
Prognóstico
Na população geral, o risco de um indivíduo adoecer de uma esquizofrenia durante a vida é de 1%. A prevalência da doença (freqüência em determinado ponto no tempo) é de 0,5%, e a incidência é de 30 novos adoecimentos em cada 100.000 habitantes por ano.
A idade média de início da esquizofrenia é de 20 a 25 anos nos homens e de 25 a 30 anos nas mulheres. Os sintomas iniciais são irritabilidade generalizada, diminuição dos interesses, morosidade, indecisão, isolamento social e descuido do aspecto pessoal.
De uma maneira geral, após o primeiro surto esquizofrênico, 1/3 dos pacientes nunca mais adoece, 1/3 volta a ter outros surtos com intervalos sadios e apenas 1/3 tem um curso desfavorável, desenvolvendo uma sintomatologia residual (comportamento excêntrico, diminuição do afeto e da vontade e perda de contato com o mundo circundante).
Diversos estudos mostram que 50% dos esquizofrênicos são hospitalizados apenas uma vez e que em 60% dos casos, com um tratamento adequado, consegue-se uma reintegração social e profissional satisfatória. Mesmo nos casos de curso desfavorável, a gravidade dos sintomas evolui dentro dos primeiros cinco anos da doença, não havendo piora após este intervalo. Com isto, sabe-se hoje que o prognóstico da esquizofrenia não é tão catastrófico como se acreditava há algumas décadas.
Causas
As causas da esquizofrenia ainda não foram totalmente elucidadas. Supomos tratar-se não de uma doença única, mas de uma síndrome com diferentes etiologias. O fator genético tem um papel importante: em gêmeos monozigóticos, quando um dos irmãos sofre da esquizofrenia, o outro terá um risco de 50% de adoecer, comparado com 1% na população geral. Entretanto, o fato de o risco de concordância para a doença nestes indivíduos geneticamente idênticos ser bem abaixo dos 100% prova que outros fatores, não genéticos, também influenciam o surgimento da esquizofrenia.
Várias pesquisas mostram que a esquizofrenia está associada a uma disfunção cerebral, principalmente do lobo frontal. Como essa disfunção já está presente em pacientes jovens, no primeiro surto da doença, supomos que ela não seja conseqüência da psicose em si ou de seu tratamento, mas sim de um distúrbio na maturação do cérebro durante a infância e a adolescência. Assim, fatores metabólicos ou ambientais que influenciem esse processo poderiam contribuir facilitando ou protegendo o desencadeamento da doença.
Perspectivas futuras
Sabe-se que a esquizofrenia é uma doença universal, ocorrendo em todos os povos e culturas com incidência semelhante. As mulheres parecem ter uma vantagem sobre os homens, visto que elas apresentam um adoecimento mais tardio e um curso mais favorável. Diversos experimentos sugerem que os hormônios sexuais femininos (estrógenos) poderiam contribuir para essa vantagem. O desenvolvimento recente de novos medicamentos antipsicóticos mais eficazes e com menos efeitos colaterais, adicionados à introdução de novas estratégias de reabilitação, causaram um grande impacto no tratamento e no prognóstico da esquizofrenia, permitindo um tempo de hospitalização mais curto e beneficiando uma maior reintegração social e profissional dos pacientes.
Por
Wagner Gattaz é professor titular do departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Parabéns Psicopedagogos! Hoje é o nosso dia!
A borboleta e a psicopedagogia
"Lembro-me de uma manhã em que eu havia descoberto um casulo na casca de uma árvore, no momento em que a borboleta rompia o invólucro e se preparava para sair. Esperei bastante tempo, mas estava demorando muito, e eu estava com pressa. Irritado, curvei-me e comecei a esquentar o casulo com meu hálito. Eu o esquentava e o milagre começou a acontecer diante de mim, a um ritmo mais rápido que o natural. O invólucro se abriu, a borboleta saiu se arrastando e nunca hei de esquecer o horror que senti então: suas asas ainda não estavam abertas e com todo o seu corpinho que tremia, ela se esforçava para desdobrá-las. Curvado por cima dela, eu a ajudava com o calor do meu hálito. Em vão. Era necessário um acidente natural e o desenrolar das asas devia ser feito lentamente ao sol - agora era tarde demais. Meu sopro obrigara a borboleta a se mostrar toda amarrotada, antes do tempo. Ela se agitou desesperada, alguns segundos depois morreu na palma da minha mão. Aquele pequeno cadáver é, eu acho, o peso maior que tenho na consciência. Pois, hoje entendo bem isso, é um pecado mortal forçar as leis da natureza. Temos que não nos apressar, não ficar impacientes, seguir com confiança o ritmo do Eterno."
Nikos Azanizaki
Esta pequena história nos faz pensar num dos aspectos do trabalho psicopedagógico, ou seja, sobre o respeito ao aluno e às necessidades de aprendizagem de cada criança. A lagarta passa por um longo processo de transformação para virar borboleta e poder voar. A lagarta se alimenta muito para crescer. Este "alimenta-se para crescer" do ponto de vista da psicopedagogia são as experiências que a criança vai adquirindo em contato com as pessoas, os objetos e o mundo em geral. Há que se selecionar os "alimentos estímulos" mais apropriados para este crescimento. Depois, ao formar o casulo, a lagarta entra em repouso. Este tempo é necessário para que haja uma assimilação e uma acomodação das experiências, para que o sujeito as possa tomar como suas, fazendo e refazendo, como se construísse o seu casulo. Mas, há o tempo de sair do casulo e poder voar. Tempo de mostrar, de expressar, de comunicar. As formas de mostrar o que se sabe são variadas, às vezes são desenhos, ou são novas brincadeiras, ou, até novas perguntas. Só que cada lagarta tem seu tempo de casulo e seu tempo de ser borboleta. Não há como forçar e nem como acelerar os tempos, sem o risco de perdermos o vôo da borboleta!
Os comentários sobre a história da borboleta foram feitos por Erzsebet Mangucci - autora do livro Vivendo a Leitura e a Escrita, da Solução Editora.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Projeto de lei quer implantar tratamento da dislexia em escolas públicas
Marcela Bourroul
Segundo Manoel Junior, o principal objetivo da proposta é impedir que a criança disléxica seja tratada como preguiçosa, além de garantir que receba o tratamento adequado e não chegue à adolescência com defasagens no conhecimento e dificuldade de aprendizado. Para o deputado, fazer o diagnóstico precoce e começar o tratamento já nos primeiros anos de ensino permite uma maior integração do disléxico com a escola, facilitando sua vida social e prevenindo consequências emocionais, como a baixa autoestima, e comportamentais mais graves.
LEIA TAMBÉM: Quando seu filho vai ler um livro sozinho
"As equipes mulltidisciplinares [compostas por educadores, psicólogos, psicopedagogos e médicos] poderão fazer o diagnóstico mais detalhado do aluno, já que há diferentes fatores que causam a dislexia, e um tratamento para cada um. Os professores também precisam de instruções adequadas para conhecer o distúrbio e ajudar no diagnóstico”, diz Manoel. O texto ainda passará por comissões da Câmara antes de ser enviado ao Senado.
Diagnóstico precoce
O diagnóstico da dislexia é fundamental para ajudar a criança a contornar o problema. E estudos sugerem que ele pode ser feito até antes da alfabetização. Em uma pesquisa recente publicada na revista Current Biology, cientistas italianos mostraram que problemas na capacidade de atenção visual podem ser um indício de que a criança terá dificuldades no futuro. Outro estudo, dessa vez do Children’s Hospital de Boston,
EUA, em parceria com pesquisadores da Universidade de Harvard,
constatou a partir de imagens de ressonância magnética que o cérebro das
crianças que poderiam ter o transtorno neurológico apresentava menor
atividade em certas regiões. LEIA TAMBÉM: Bebês fazem leitura labial durante o processo de aprendizado da fala
Os cientistas acreditam que o diagnóstico precoce contribui para o desenvolvimento. “Nós acreditamos que identificar a alteração na pré-escola ou antes dela pode ajudar a reduzir os impactos sociais e psicológicos”, declarou Nora Raschle, líder da pesquisa norte-americana.
Identificando a dislexia
Fique atento a alguns sinais que seu filho pode apresentar: falar tardiamente, ter problemas em pronunciar determinados fonemas, não identificar rimas em músicas, demonstrar falta de coordenação motora, não ser capaz de resolver quebra-cabeças, desinteressar-se por livros impressos, entre outros. Se o seu filho manifestou algum desses sintomas, não significa que ele é disléxico, mas servem como alerta para procurar ajuda de um profissional. Caso a criança seja diagnosticada como disléxica, é importante procurar uma escola que esteja preparada para receber alunos com o transtorno. “O acompanhamento de neurologistas, psicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos é importante. Mas o fundamental é o trabalho escolar”, diz a educadora e psicanalista Nívea Fabrício, diretora do Colégio Graphein (SP), especializado em atender crianças com necessidades especiais.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Oração do professor
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar, Dai-me esta graça que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor, Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho, Mas cresçam e se abasteçam da humildade.
Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas, Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste, Mas seja a pregação da esperança.
Que eu aprenda que quem não me entende Precisa ainda mais de mim, E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.
Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender, Para que eu possa trazer o novo, a esperança, E não ser um perpetuador das desilusões.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor, Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho, Mas cresçam e se abasteçam da humildade.
Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas, Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste, Mas seja a pregação da esperança.
Que eu aprenda que quem não me entende Precisa ainda mais de mim, E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.
Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender, Para que eu possa trazer o novo, a esperança, E não ser um perpetuador das desilusões.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
Veja mais mensagens em http://www.belasmensagens.com.br/professores/oracao-do-professor-4096.html#ixzz29OGgnIVK
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Pesquisadora aponta que escolas brasileiras não ouvem o aluno
Camila Maciel - Agência Brasil
21.09.2012 - 17h17 | Atualizado em 21.09.2012 - 17h40
“Há uma série de conhecimentos que a academia já produziu que não dialogam com as políticas públicas. A pesquisa vai permitir ouvir alunos do país inteiro. Quem faz a política precisa ouvir quem está na outra ponta. A gente ouve pouco o aluno”, declarou a pesquisadora, após participar na manhã de hoje (21) do painel Psicologia e a Questão da Violência nas Escolas, da 2ª Mostra Nacional de Práticas de Psicologia, que ocorre até amanhã (22) no Anhembi, em São Paulo
A parceria entre ministério e o conselho prevê um estudo sobre violência nas escolas, elaboração de materiais didáticos e formação de professores para o combate à violência no ambiente escolar. No projeto, o MEC pretende abordar temas como enfrentamento às drogas, gravidez precoce, homofobia, racismo, discriminação, bullying e bullying eletrônico (feito por meio das redes sociais).
A professora acredita que, para mudar a realidade nas escolas, é preciso construir relações que não reproduzam a lógica excludente e violenta da sociedade em geral. “O ambiente escolar hoje é mais um reprodutor do modelo social do que um instrumento de mudança. A escola tem essa obrigação de produzir outras formas de pensar o mundo, de problematizar. A escola sozinha não vai resolver nada, mas tem um papel, que é a formação do cidadão”, aponta.
Para a pesquisadora, as práticas violentas nas escolas ganharam destaque junto com o processo de inclusão. “Todo mundo está na escola e a escola não pode mais excluir aqueles alunos que a incomodam. Há 50 anos, isso era mais fácil. A escola tem que lidar hoje com o aluno que ela não deseja. É a esse estudante que a escola vai imputar as marcas da violência. E isso gera uma reação”, relata.
De outro lado, o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, lembrou que a homofobia no cotidiano escolar traz graves consequências para o aprendizado. “Crianças e adolescentes que sofrem preconceito têm a sua inserção no mercado de trabalho dificultada. Além disso, as práticas homofóbicas desumanizam, promovem insegurança e o isolamento dessas pessoas”, aponta.
Edição: Davi Oliveira
- Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0
Como proteger seus filhos na internet
Adriana Franzin -
12.09.2012 - 11h48 | Atualizado em 12.09.2012 - 12h41
Confira outras orientações da cartilha:
- procure deixar seus filhos conscientes dos riscos envolvidos no uso das redes sociais;
- procure respeitar os limites de idade estipulados pelos sites (eles não foram definidos à toa);
- oriente seus filhos para não se relacionarem com estranhos e para nunca fornecerem informações pessoais, sobre eles próprios ou sobre outros membros da família;
- oriente seus filhos a não divulgarem informações sobre hábitos familiares e nem de localização (atual ou futura);
- oriente seus filhos para jamais marcarem encontros com pessoas estranhas;
- oriente seus filhos sobre os riscos de uso da webcam e que eles nunca devem utilizá-la para se comunicar com estranhos;
- procure deixar o computador usado pelos seus filhos em um local público da casa (dessa forma, mesmo a distância, é possível observar o que eles estão fazendo e verificar o comportamento deles).
6 dicas para conversar com seus filhos sobre notícias ruins ou assustadoras
28.7.2012
Hoje em dia, as crianças
têm acesso a muitas tecnologias, como rádio, TV, internet. Mesmo que os
pais controlem o conteúdo a que as crianças são expostas, elas podem se
deparar com notícias assustadoras: como mortes, acidentes, crimes. Ao
mesmo tempo, às vezes coisas ruins acontecem próximas à família, como a
morte de um parente. Como explicar ou conversar sobre o assunto com as
crianças, para que elas não fiquem com medo ou traumatizadas?
Conversar é a melhor forma de educar os filhos
Confira algumas dicas do Dr. Paul Coleman, autor de “How to Say It to Your Child When Bad Things Happen” (em tradução livre, “Como falar com seu filho quando coisas ruins acontecem”), sobre as melhores maneiras de falar com crianças sobre imagens e eventos perturbadores:
1 – ESPERE ATÉ QUE ELAS TENHAM PELO MENOS 7 ANOS DE IDADE
Segundo o Dr. Coleman, é melhor esperar que as crianças cresçam um pouco antes de conversar sobre assuntos perturbadores. Antes disso, aborde o tema apenas se a criança perguntar. “Eles podem ver algo na TV ou ouvir sobre isso na escola, e então você tem que lidar com isso. Mas crianças muito jovens podem não ser capazes de lidar bem com notícias assustadoras”, diz.
Caso seja necessário falar com a criança nova sobre uma notícia ruim, siga as dicas abaixo.
2 – SINTA-SE CONFORTÁVEL EM “MENTIR”
O mundo pode ser um lugar verdadeiramente cruel; eu sei disso e você sabe disso. Mas crianças pequenas não sabem disso. Coleman sugere até que elas podem não ser capazes de lidar com a verdade, em um nível psicológico. “Crianças mais jovens precisam ser tranquilizadas de que isso não está acontecendo com eles e não vai acontecer com eles”, indica Dr. Coleman.
Os pais podem sentir que estão “mentindo”, já que ninguém pode ter 100% de certeza do que o futuro reserva, mas estimativas de probabilidade não são algo que as crianças pequenas podem compreender; isso não as conforta. Então, tente sempre explicar que aquilo de ruim que aconteceu não vai acontecer com elas.
3 – FAÇA PERGUNTAS PARA SABER O QUE A CRIANÇA ESTÁ PENSANDO
Dr. Coleman afirma que muitos pais podem presumir que sabem como seus filhos se sentem, mas nem sempre é assim. O ideal, antes de explicar uma notícia ruim, é compreender o que aconteceu e o que a criança está sentindo. “Elas podem ter medo, ou estarem apenas curiosas. Você tem que verificar perguntando coisas como ‘o que você ouviu?’, ‘o que você acha?’”, diz.
Se elas estão com medo, pergunte do que elas têm medo – não assuma que você sabe. Crianças às vezes usam lógica distorcida. Por exemplo, elas assistem um edifício colapsando na TV e acham que é o prédio da mamãe que caiu. Depois que souber o que elas estão pensando, tente oferecê-las uma sensação de segurança.
4 – NUNCA DIGA QUE OS SENTIMENTOS DELA SÃO “ERRADOS”
Nunca diga para a criança que ela não deve ter medo. Deixe-a saber que seus sentimentos fazem sentido, e que ela pode sentir tudo o que está sentindo. Nunca a faça se sentir mal por estar com medo, mas sim deixe-a saber que ela não precisa ter medo.
5 – APROVEITE A SITUAÇÃO COMO UM MOMENTO DE ENSINO
Falar sobre coisas ruins pode levar a discussões sobre como ajudar os outros, além de dar aos pais uma oportunidade para ser um modelo de compaixão. Por exemplo, se uma tragédia aconteceu próxima a sua localidade e muitas pessoas perderam seus pertences, ensine a criança a ajudar, doando roupas ou alimentos.
6 – O QUE FAZER SE A TRAGÉDIA AFETAR SEUS FILHOS
Às vezes, a notícia ruim chega ou acontece dentro de casa, e não há maneira de proteger seus filhos. Se você está lidando, por exemplo, com a morte de um amigo ou membro da família, seja honesto sobre o assunto, mas ofereça alguma separação entre o que aconteceu e o que eles temem que pode acontecer. Explique que é normal que eles se sintam tristes por perderem alguém. Mas deixe claro que isso não vai acontecer a você, por exemplo. Não tenha medo de usar frases como “a vovó estava muito velha e muito doente, mas eu não estou”, explica o Dr. Coleman. Dar conforto e segurança à criança é o mais importante nessas situações.
Conversar é a melhor forma de educar os filhos
Confira algumas dicas do Dr. Paul Coleman, autor de “How to Say It to Your Child When Bad Things Happen” (em tradução livre, “Como falar com seu filho quando coisas ruins acontecem”), sobre as melhores maneiras de falar com crianças sobre imagens e eventos perturbadores:
1 – ESPERE ATÉ QUE ELAS TENHAM PELO MENOS 7 ANOS DE IDADE
Segundo o Dr. Coleman, é melhor esperar que as crianças cresçam um pouco antes de conversar sobre assuntos perturbadores. Antes disso, aborde o tema apenas se a criança perguntar. “Eles podem ver algo na TV ou ouvir sobre isso na escola, e então você tem que lidar com isso. Mas crianças muito jovens podem não ser capazes de lidar bem com notícias assustadoras”, diz.
Caso seja necessário falar com a criança nova sobre uma notícia ruim, siga as dicas abaixo.
2 – SINTA-SE CONFORTÁVEL EM “MENTIR”
O mundo pode ser um lugar verdadeiramente cruel; eu sei disso e você sabe disso. Mas crianças pequenas não sabem disso. Coleman sugere até que elas podem não ser capazes de lidar com a verdade, em um nível psicológico. “Crianças mais jovens precisam ser tranquilizadas de que isso não está acontecendo com eles e não vai acontecer com eles”, indica Dr. Coleman.
Os pais podem sentir que estão “mentindo”, já que ninguém pode ter 100% de certeza do que o futuro reserva, mas estimativas de probabilidade não são algo que as crianças pequenas podem compreender; isso não as conforta. Então, tente sempre explicar que aquilo de ruim que aconteceu não vai acontecer com elas.
3 – FAÇA PERGUNTAS PARA SABER O QUE A CRIANÇA ESTÁ PENSANDO
Dr. Coleman afirma que muitos pais podem presumir que sabem como seus filhos se sentem, mas nem sempre é assim. O ideal, antes de explicar uma notícia ruim, é compreender o que aconteceu e o que a criança está sentindo. “Elas podem ter medo, ou estarem apenas curiosas. Você tem que verificar perguntando coisas como ‘o que você ouviu?’, ‘o que você acha?’”, diz.
Se elas estão com medo, pergunte do que elas têm medo – não assuma que você sabe. Crianças às vezes usam lógica distorcida. Por exemplo, elas assistem um edifício colapsando na TV e acham que é o prédio da mamãe que caiu. Depois que souber o que elas estão pensando, tente oferecê-las uma sensação de segurança.
4 – NUNCA DIGA QUE OS SENTIMENTOS DELA SÃO “ERRADOS”
Nunca diga para a criança que ela não deve ter medo. Deixe-a saber que seus sentimentos fazem sentido, e que ela pode sentir tudo o que está sentindo. Nunca a faça se sentir mal por estar com medo, mas sim deixe-a saber que ela não precisa ter medo.
5 – APROVEITE A SITUAÇÃO COMO UM MOMENTO DE ENSINO
Falar sobre coisas ruins pode levar a discussões sobre como ajudar os outros, além de dar aos pais uma oportunidade para ser um modelo de compaixão. Por exemplo, se uma tragédia aconteceu próxima a sua localidade e muitas pessoas perderam seus pertences, ensine a criança a ajudar, doando roupas ou alimentos.
6 – O QUE FAZER SE A TRAGÉDIA AFETAR SEUS FILHOS
Às vezes, a notícia ruim chega ou acontece dentro de casa, e não há maneira de proteger seus filhos. Se você está lidando, por exemplo, com a morte de um amigo ou membro da família, seja honesto sobre o assunto, mas ofereça alguma separação entre o que aconteceu e o que eles temem que pode acontecer. Explique que é normal que eles se sintam tristes por perderem alguém. Mas deixe claro que isso não vai acontecer a você, por exemplo. Não tenha medo de usar frases como “a vovó estava muito velha e muito doente, mas eu não estou”, explica o Dr. Coleman. Dar conforto e segurança à criança é o mais importante nessas situações.
Fala elado… fique de orelha em pé!
Postado por Falantes em 27 de maio de 2010
Você já ouviu alguém falando errado?
Trocando um som pelo outro? Trocando letras, sílabas, articulando mal ou
falando igual ao Cebolinha? Acho que sim, não é?! Todos nós já ouvimos
uma pessoa próxima ou mesmo um desconhecido que não fala corretamente,
não articula ou combina bem os sons, o que torna sua fala difícil ou
impossível de entender. Em alguns casos o resultado soa até engraçado.
Quando crianças, aprendemos a articular os sons e combiná-los de forma
contrastiva para que possamos produzir as palavras com significado
correto. Também é necessário aprender a interligar os traços de voz,
ponto, modo articulatório e seguir as regras da língua para organizar as
palavras e frases Durante esse processo, as crianças usam de
estratégias de simplificação da fala adulta para, gradativamente, ir
vencendo as dificuldades impostas pelo aprendizado de uma língua. Por
exemplo, algumas crianças simplificam a palavra blusa dizendo ‘busa’, ou
‘alala’ para arara, ‘tassou’ para cachorro. Stampe (1973) chamou essas
estratégias de “processos fonológicos”. São processos naturais e inatos e
estão presentes durante o desenvolvimento normal da fala. Quando esses
processos persistem na fala, além da idade esperada, eles passam a ser
sintomas de desvios ou distúrbios fonológicos.
Crianças ou adultos que falam errado
devem procurar um fonoaudiólogo e fazer uma avaliação. Esses problemas
podem e devem ser tratados. Falar errado pode causar constrangimento e
dificuldades na comunicação. Procure um fonoaudiólogo! Quem não se
comunica…….pode ser ajudado por especialistas!
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
O mendigo orgânico
Prof. Chafic Jbeili
Na antiguidade, os reis costumavam convidar pessoas para servi-los e exigiam morassem nos palácios. Esses moradores do palácio tinham de um tudo enquanto serviam ao rei, mas depois que, por alguma razão, deixavam o serviço real precisavam contar com a caridade alheia para arrumar outro emprego ou mesmo para sobreviverem.
Assim, alguns embora desempregados e mesmo estando aptos ao trabalho preferiam se juntar aos “mendas”, ou seja, aos legítimos portadores de alguma invalidez para o trabalho e sorrateiramente praticavam a mendicância, aflorando o mendigo inato ou orgânico.
Desde então, quando se ouve a palavra “mendigo” imagina-se pessoa pobre, maltrapilha, moradora de rua, sem estudo, que fica com a mão estendida ou bate na janela de seu carro para pedir-lhe uma moeda ou qualquer outra coisa. Este é o mendigo habitual, tal qual aprendemos. Eles são sinceros, pois se apresentam tais como estão e merecem atenção.
No entanto, há aquele outro tipo de mendigo: o orgânico. Diferente do tradicional que é vítima de uma situação adversa e desfavorável, o segundo tipo é aparentemente rico, se veste bem, mora bem, tem cultura, porém, está sempre com as mãos (ou a língua) estendidas pedindo esmola, não por necessidade, mas por deficiência de dignidade e por serem moralmente inválidos. Pedem por desafeto próprio, não por eventual miséria.
Pode-se perceber a retidão de caráter no mendigo original ou no circunstancial pelo notório constrangimento enquanto pedem o pouco que precisam. Já no mendigo orgânico nota-se evidentemente a ausência de qualquer acanhamento em seu eloqüente e mendicante discurso. Ele não quer desconto, ele quer de graça para viver boa vida sem digno esforço.
Ao contrário do consumidor consciente que embora saiba negociar uma boa e legítima redução no preço para pagar pelas coisas das quais de fato precisa adquirir, o mendigo orgânico é sovina e inconveniente. O primeiro “chora”, mas faz questão de pagar. O segundo “chora”, mas para receber de graça.
Pedir desconto é ato de civilidade e um direito do consumidor; pedir ajuda quando se está em situação de vulnerabilidade e autêntica necessidade são anseios legítimos e naturais, sinais de retidão e honestidade, não colocando em xeque a integridade moral de ninguém.
Contudo, pedir de graça coisas das quais se pode pagar por elas é forte indício de má índole, autoestima ruim e invalidez moral passível de psicoterapia para reestruturação de caráter.
Prof. Chafic Jbeili
Na antiguidade, os reis costumavam convidar pessoas para servi-los e exigiam morassem nos palácios. Esses moradores do palácio tinham de um tudo enquanto serviam ao rei, mas depois que, por alguma razão, deixavam o serviço real precisavam contar com a caridade alheia para arrumar outro emprego ou mesmo para sobreviverem.
Assim, alguns embora desempregados e mesmo estando aptos ao trabalho preferiam se juntar aos “mendas”, ou seja, aos legítimos portadores de alguma invalidez para o trabalho e sorrateiramente praticavam a mendicância, aflorando o mendigo inato ou orgânico.
Desde então, quando se ouve a palavra “mendigo” imagina-se pessoa pobre, maltrapilha, moradora de rua, sem estudo, que fica com a mão estendida ou bate na janela de seu carro para pedir-lhe uma moeda ou qualquer outra coisa. Este é o mendigo habitual, tal qual aprendemos. Eles são sinceros, pois se apresentam tais como estão e merecem atenção.
No entanto, há aquele outro tipo de mendigo: o orgânico. Diferente do tradicional que é vítima de uma situação adversa e desfavorável, o segundo tipo é aparentemente rico, se veste bem, mora bem, tem cultura, porém, está sempre com as mãos (ou a língua) estendidas pedindo esmola, não por necessidade, mas por deficiência de dignidade e por serem moralmente inválidos. Pedem por desafeto próprio, não por eventual miséria.
Pode-se perceber a retidão de caráter no mendigo original ou no circunstancial pelo notório constrangimento enquanto pedem o pouco que precisam. Já no mendigo orgânico nota-se evidentemente a ausência de qualquer acanhamento em seu eloqüente e mendicante discurso. Ele não quer desconto, ele quer de graça para viver boa vida sem digno esforço.
Ao contrário do consumidor consciente que embora saiba negociar uma boa e legítima redução no preço para pagar pelas coisas das quais de fato precisa adquirir, o mendigo orgânico é sovina e inconveniente. O primeiro “chora”, mas faz questão de pagar. O segundo “chora”, mas para receber de graça.
Pedir desconto é ato de civilidade e um direito do consumidor; pedir ajuda quando se está em situação de vulnerabilidade e autêntica necessidade são anseios legítimos e naturais, sinais de retidão e honestidade, não colocando em xeque a integridade moral de ninguém.
Contudo, pedir de graça coisas das quais se pode pagar por elas é forte indício de má índole, autoestima ruim e invalidez moral passível de psicoterapia para reestruturação de caráter.
Como é bom e prazeroso poder pagar - com dinheiro
lícito - preço justo e adequado pelas coisas das quais se
precisa e possa adquirir. Isso faz bem para a autoestima, para moral e para
a alma. Fazer isso é saudável exercício que fortifica
a integridade e dignidade pessoal.
www.UNICEAD.com.br | www.CHAFIC.com.br
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
MEMORIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO
Técnicas de
memorização ajudam no estudo
Confira
algumas dicas:
Você já pensou
em por que nós nunca esquecemos coisas que aprendemos quando criança? O ser
humano aprende, preferencialmente, pela repetição. A criança repete o que os
pais falam, o que os pais fazem, as músicas e os gestos.
Mas na hora do
estudo, a repetição para decorar o material didático não é a melhor fórmula.
“Decoreba funciona? Sim! Muitos alunos passam de ano decorando. É a melhor
estratégia? Não! Perde-se tempo e confiança no processo”, considera Renato
Alves, preparador mnemônico e autor do livro “Não Pergunte se Ele Estudou –
Como Desenvolver nos Filhos o Interesse e a Motivação nos Estudos”.
“É possível
acelerar em até dez vezes o aprendizado utilizando ferramentas simples de
memorização e pequenas mudanças de hábitos na rotina do aprendizado”, completa.
1ª Dica:
Deixar de estudar uma matéria porque você não gosta dela – Nem todo mundo gosta
de matemática. Mas você conhece alguém que tenha passado em um vestibular, por
exemplo, sem saber o mínimo da matéria? O importante é intercalar: se você detesta
matemática e adora história, pode começar com a primeira e, depois, se
concentrar na disciplina mais “prazerosa”.
2ª Dica:
Deixar dúvidas para trás – Não tirar dúvidas pode trazer sérios problemas. E se
o que cair na prova for justamente o que você ficou com dúvida? É importante
que o estudante frequente plantões ou arranje outros métodos para tentar
entender o assunto. Durante os estudos, é prudente que ele anote os pontos
obscuros da matéria para evitar que os esqueça.
3ª Dica: Comer algo (muito) diferente na véspera de
uma prova – Imagine a situação: um estudante tem, por hábito, comer uma
feijoada de café da manhã, todos os dias. No dia do vestibular, ele decide
comer algo “leve” e encara uma salada. O resultado é que, se ele não tiver
sorte, pode até desmaiar de fome durante a prova. Claro que, em um dia de
provas, o estudante deve preferir alimentos que deem energia (macarrão pode ser
uma saída, por exemplo). No entanto, não dá para ingerir algo muito diferente
do que se está habituado -o efeito pode ser pior. Peixes magros, linhaça,
frutas amarelas e cítricas, muita água e chocolate amargo são alimentos que
ajudam a manter a concentração.
4ª Dica: Não
parar para descansar – Não estude mais do que quatro horas por dia, além do
período que você está na escola. Maria Beatriz Loureiro de Oliveira,
coordenadora do serviço de orientação do campus de Araraquara da Unesp
(Universidade Estadual Paulista), recomenda uma soneca, caso o estudante esteja
em casa depois de voltar da escola. “Descanse no mínimo 20 minutos. Uma
cochilada. Eu fazia isso com meus filhos. Antes das 15h, não comece”, diz.
5ª Dica: Fazer
anotações pouco eficientes – Quem nunca fez uma anotação e, dias depois, não
conseguiu entender uma letra do que estava lá? Por isso, é importante ser
preciso e criar estratégias de anotação, para que se tenha (pelo menos) ideia
do que está na frente. Veja algumas dicas de como fazer boas anotações.
6ª Dica:
Deixar de criar um hábito de estudos – Segundo a professora Maria Beatriz,
criar um “padrão” de estudos ajuda bastante. Por exemplo: reúna tudo o que você
precisa no seu local de estudos -como caneta, cadernos, livros etc. De acordo
com ela, isso, claro, pressupõe uma organização anterior, para saber exatamente
o que é necessário. “O aluno fala: ‘Ah, esqueci minha caneta’. Mas, daí, vai na
geladeira pegar um suco…”.
7ª Dica:
Estudar em grupo e levar tablet, celular, notebook… – Se os estudantes não
tiverem um foco muito específico, esses objetos podem tirar a concentração e
atrapalhar toda a organização de estudos. A professora Maria Beatriz ainda dá
um aviso a pais e mães: não fiquem ligando para o filho para perguntar se ele
está estudando. Isso só vai provocar o efeito contrário.
8ª Dica: Usar
a internet para estudar e deixar Facebook, Orkut e MSN abertos – A professora
Maria Beatriz dá um exemplo. “Tem alunos que dizem assim: ‘eu fico bem, deixo o
computador ligado, estudo numa boa’. Daí fica dando sinal [de chat] no
Facebook”, diz. Não serve a desculpa de “vou deixar o chat ligado para tirar
uma dúvida com um amigo”: você pode tirá-la, depois, pessoalmente ou em um
plantão de dúvidas.
9ª Dica: Usar
estimulantes – Tomar café, energético ou alguma bebida à base de cafeína na
hora do estudo só adia o cansaço: ele volta, depois, muito mais forte. O ideal
é parar de estudar e descansar um pouco.
10ª Dica: Usar
provas muito antigas para estudar para o vestibular – O ideal é pegar as provas
aplicadas nos três últimos anos e verificar, também, se não houve mudanças no
formato do vestibular. Questões de exatas, como as de matemática e física, por
terem mais itens “clássicos”, estão menos sujeitas a mudanças. No entanto,
questões de história e geografia cobram mais itens da atualidade, o que deixa
provas mais antigas desatualizadas.
*-*-*
Para a
coordenadora do serviço de orientação do campus de Araraquara da Unesp
(Universidade Estadual Paulista), Maria Beatriz Loureiro de Oliveira, é
importante que o estudante crie um hábito, uma rotina. E como criar esse
hábito?
“Para criar
hábitos de estudos e concentração, o estudante tem que tirar todas as outras
preocupações. Naquele momento, ele tem que ficar mais ligado na questão de
estudar”, diz.
Segundo a
professora, há algumas dicas que ajudam. Ao chegar em casa depois da escola (ou
do cursinho), por exemplo, descanse. “Nunca emende uma atividade na outra. Tire
uma soneca de 20 minutos, faça um relaxamento. Busque nunca fazer atividade que
exija ficar ligado em outras coisas”.
Além disso, é
importante ser organizado. “Para criar hábitos de estudo, é preciso que se
tenha todas as coisas. Isso pressupõe uma organização anterior. Deixe todas as
coisas que serão necessárias por perto. O aluno fala: ‘Ah, esqueci minha
caneta’. Mas, daí, vai na geladeira pegar um suco”, diz.
Tire as
dúvidas depois
Maria Beatriz
lembra um “truque” muito usado por estudantes para ficar, por exemplo, com o
celular na mão enquanto estudam: consultar um amigo no caso de “dúvida”. “Deixa
para depois. Faz um caderninho de anotação. Isso não tira concentração, dá mais
tranquilidade e permite que eles se organizem no sentido de buscar esclarecer
os pontos que estão difíceis”, afirma. Depois de “catalogar” as dúvidas no
caderno, leve-as a professores ou a plantões.
Pais e mães
podem ajudar nesse aspecto -evitando ligar justamente para perguntar se o filho
está estudando. “A pessoa nunca deve deixar naquele espaço que ninguém
interfira. Só em casos de urgência. Ninguém cria hábitos se houver alguém
fiscalizando.”
O erro mais
comum “O estudante quer absorver todo o conteúdo numa leitura só. A leitura de
um texto implica em uma segunda leitura. Essa releitura é que faz o aluno fixar
o aprendizado. O erro mais comum é a falta de paciência”, aponta Alves
O tempo para o
estudante esquecer aquela informação é, em média, de três segundos, por isso um
aluno que estudou o conteúdo superficialmente esquece rápido aquilo que leu.
Usar
estratégias mnemônicas na hora do estudo estimula o aprendizado e faz com que o
indivíduo guarde aquele conteúdo na memória por mais tempo, seja por três semanas
ou para o resto da vida.
Elyzabeth
Caetano, 34, gestora de recursos humanos, diz que os métodos de memorização
ajudaram na hora de realizar a segunda graduação na universidade.
“Entrei com
duas semanas de atraso na faculdade e, naquela semana, haveria uma prova de
direito previdenciário. Eu não dominava o assunto e tinha uma apostila de 80
páginas para estudar. Aprendi a técnica de resumo e fichamento e isso me ajudou
a realizar uma leitura mais rápida e objetiva e reter o conteúdo em um curto período”,
conta.
Fonte: Uol
Educação
Quem somos
Ações para
integrar os alunos transferidos no segundo semestre
Chegar a uma
escola nova nunca é fácil para um estudante. A situação fica ainda um pouco
mais complicada quando essa mudança é feita no meio do ano letivo. É preciso
tomar uma série de providências para que esse aluno seja bem recebido, se sinta
bem na escola nova e ainda tenha sua aprendizagem garantida, mesmo que ele
tenha chegado à nova instituição com algumas defasagens.
Em meio a essa
série de mudanças, o estudante e a família dele precisam de uma atenção
especial da equipe escolar. A transição do aluno tem de ser feita com atenção
para evitar que ele se sinta desmotivado e perca a curiosidade pela escola.
Nesta e nas próximas páginas, listamos sete atitudes que devem ser tomadas pela
equipe gestora para tornar esse processo mais eficiente:
1. Chame os
pais para uma conversa informal
Na conversa
com os pais, o coordenador pedagógico tem que ter o máximo de cuidado ao
investigar os motivos pelos quais esse aluno está mudando de escola,
principalmente se a causa não for mudança de endereço. Neste primeiro contato,
é muito importante deixar a família livre para enumerar seus motivos e,
eventualmente, omitir algumas informações. “É preciso primeiro estabelecer uma
relação de confiança”, afirma Arlete Persoli, gestora do Centro de Convivência
Social e Cultural de Heliópolis, em São Paulo. “Com o passar do tempo,
professores e coordenadores pedagógicos descobrem algumas coisas”, diz. Nem
sempre a família se sente à vontade para expor os problemas numa primeira
conversa – não deixe a entrevista com um caráter investigativo, nem apareça com
questionários ou formulários para os pais responderem. Um bate papo informal
neste momento pode valer muito mais a pena.
Os pais
precisam estar à vontade para contar os problemas e sentir que podem contar com
a escola para resolvê-los.
2. Apresente a
escola ao novato
A apresentação
da escola aos novos alunos pode ser feita pela coordenação pedagógica ou pelos
próprios colegas. Na EMEF Desembargador Amorim Lima, em São Paulo, quando um
novo estudante chega no meio do ano, são os próprios alunos quem apresentam os
espaços da escola. “Acreditamos que o aluno se sente mais à vontade quando é
recepcionado por alguém que é seu par, e não por um gestor da escola”, diz Ana
Elisa Siqueira, diretora da escola.
Seja qual for
o modo de apresentação, é essencial que no dia em que essa criança começar, ela
seja apresentada aos professores que vão dar aulas para ela e aos colegas que
estudarão na sala dela. “Na hora da apresentação, reforce aos colegas da
criança que eles vão precisar ajudar o amigo na hora do intervalo, apresentar os
espaços da escola, mostrar onde é servida a merenda, onde fica o jardim, a
quadra”, afirma Maria Inês Miqueleto, coordenadora pedagógica da EE Profª Maria
Aparecida dos Santos Oliveira, em Ibitinga, São Paulo.
3. Apresente a
escola e suas normas aos pais do aluno
Explicar o
projeto político pedagógico da escola aos pais, bem como apresentar quais serão
os conteúdos que o aluno terá até o final daquele ano letivo são atitudes
essenciais para que a família saiba por que a criança vai ter ou não determinado
conteúdo e de que forma ele será dado. Nesse momento, também é oportuno falar
sobre o uso de uniformes e dar orientações sobre como essa criança pode cuidar
do próprio material. Ao conhecer as regras da escola, os pais podem ajudar seus
filhos a se adaptar mais rapidamente. Apresente também as conquistas já
realizadas pela escola no decorrer dos anos, mas não se esqueça de expor as
dificuldades e as providências que estão sendo tomadas para superá-las. “Manter
o diálogo com os pais e gerar um sentimento de corresponsabilização da família
pela participação e pelo desempenho dos filhos é bem importante neste momento”,
afirma Arlete.
4. Converse
com a criança
A criança
precisa se sentir acolhida não só na sala de aula, mas na escola como um todo.
Para isso, converse com ela no dia em que chegar à escola – procure saber de
qual disciplina ela mais gosta e por que, peça para ela mostrar o material para
você. Assim, ela mesma já conta o que aprendeu, quando etc.
Essa
aproximação é importante porque, dependendo do contexto pelo qual esse aluno
mudou de escola, ele já pode chegar achando que não vai ser bem recebido ou que
está sendo observado de forma diferente. Aproveite este momento para informar
ao estudante algumas regras básicas da escola – horários, abertura dos portões
de entrada e saída, uso do uniforme e cuidado com os materiais.
5. Investigue
o que esse aluno já sabe
Busque e
analise o currículo da escola de onde esse aluno veio e conheça minimamente
quais foram os trabalhos desenvolvidos pela criança. Se possível, peça aos pais
que tragam o material didático que o filho usava na escola anterior – livros,
cadernos, avaliações e o que mais tiverem à disposição. “Isso vai ajudar a
definir qual será o melhor grupo de trabalho em que ele pode ser encaixado”,
afirma Ana Elisa.
Nem sempre
aplicar atividades de diagnóstico por escrito para esse aluno é o melhor
caminho. Chegar à escola e começar a fazer um monte de avaliações pode
desestimular o aluno. Analisar o desempenho dele nas atividades desenvolvidas em
sala de aula, por meio do retorno dos professores, e ajudar a desenvolver
estratégias para que esse estudante avance e alcance seus colegas podem ser
estratégias mais interessantes.
Quando esse
aluno chega com muita defasagem, às vezes é necessário encaminhá-lo para aulas
de reforço. “O coordenador precisa que os pais se comprometam a levar os
filhos, isso porque essas aulas acontecem no contraturno”, explica Maria Inês.
“Essa recomendação é ainda mais importante quando as crianças são muito novas e
não conseguem ir sozinhas para a escola”, diz.
6. Cuide dos
procedimentos burocráticos
No ato da
matrícula, a família já deve trazer o histórico escolar do aluno. Porém, a
ausência do documento não pode impedir que a matrícula seja feita. A equipe
gestora deve dar um prazo a esses pais, que não pode ultrapassar 60 dias, para
receber a papelada – histórico, atestado de vacina, RG e CPF dos pais ou
responsáveis e a ficha de matrícula preenchida. A transferência oficial deste
aluno (mudança do registro dele no sistema) é feita por meio das Secretarias
envolvidas.
7. Dedique um
tempo da reunião de formação para falar exclusivamente desses alunos
O desempenho
do aluno em sala e as respostas que ele dá a partir das intervenções feitas
pelos professores precisam ser observados com atenção especial pelos docentes.
Enquanto esse aluno estiver em fase adaptação, ele deve ser um dos assuntos
previstos na pauta das reuniões da coordenação com os professores. Só
conhecendo exatamente suas potencialidades e suas fraquezas é que a equipe
escolar poderá ajudar esse aluno a se integrar à rotina da escola.
Fonte: Revista
Abril
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
INTERNET LETRADA
Quando a internet pousou nas telas dos computadores
pessoais, proliferaram os profetas a afirmar a morte do texto. Este
seria esmagado pelo pelotão de imagens e sons. Se uma imagem já valia
mil palavras, na rede mundial passaria a valer um milhão delas.
Sons e imagens ganharam uma maravilhosa plataforma. Nasceu o Youtube dando canal a uma animada galera de videoastas e músicos. Mas o texto seguiu vivo e procriando, pois nunca a humanidade leu e escreveu tanto.
E-mail, chat, msn, wiki, twitter, facebook, espaços para comentários em sites e portais suplicam para que nossos dedinhos pressionem letrinhas no teclado. Expressar gosto, opinião, emoção, razão, amor e ódio - por meio de palavras - tornou-se tão natural quanto matar sede com água.
Empresas contratam caçadores digitais com o intuito de monitorar o que andam escrevendo sobre os seus produtos. Também por escrito, os web usuários trocam recomendações e críticas acerca de serviços. É a lança com flecha de verbo.
Pessoas escrevem blogs que vão da circunferência do próprio umbigo ao resgate do planeta, passando por todas as coisas e seres vivos ou mortos sobre a face da terra. Nem Gutenberg (1398-1468) - inventor da prensa móvel - daria conta desse derrame de letras.
É evidente que a qualidade do escrito varia na mesma proporção do aumento da quantidade. Há os que dizem que a escrita na internet é ruim. Reclamam do abuso de abreviaturas, dos erros de ortografia, das semânticas disléxicas, das sintaxes tortuosas.
Deve ser verdade. Mas essa verdade não modifica o fato de que jamais se escreveu tanto. Filhas e filhos de pais que só escreviam bilhetes, ou folhinhas de cheque, hoje não se furtam a comentar o mundo pela rede digital.
Mas vamos ao ponto: como se tornar minimamente visível num universo com excesso de escribas? Como garantir que seu comentário, mensagem, poema, declaração sejam lidos? Não há receita.
Sem manual, vale o bom senso. Quanto melhor você escrever, maior a chance de cativar leitores. Então cuida aí do português, relendo antes de postar. Cuida das frases para que elas tenham ritmo, coesão e coerência.
E persiga - com obstinação, técnica, coração - as três medalhas de ouro da comunicação escrita. São elas: clareza, clareza e clareza.
* Foto: "Instalação Sophie Calle", Régine Ferrandis, de Avignon.
Sons e imagens ganharam uma maravilhosa plataforma. Nasceu o Youtube dando canal a uma animada galera de videoastas e músicos. Mas o texto seguiu vivo e procriando, pois nunca a humanidade leu e escreveu tanto.
E-mail, chat, msn, wiki, twitter, facebook, espaços para comentários em sites e portais suplicam para que nossos dedinhos pressionem letrinhas no teclado. Expressar gosto, opinião, emoção, razão, amor e ódio - por meio de palavras - tornou-se tão natural quanto matar sede com água.
Empresas contratam caçadores digitais com o intuito de monitorar o que andam escrevendo sobre os seus produtos. Também por escrito, os web usuários trocam recomendações e críticas acerca de serviços. É a lança com flecha de verbo.
Pessoas escrevem blogs que vão da circunferência do próprio umbigo ao resgate do planeta, passando por todas as coisas e seres vivos ou mortos sobre a face da terra. Nem Gutenberg (1398-1468) - inventor da prensa móvel - daria conta desse derrame de letras.
É evidente que a qualidade do escrito varia na mesma proporção do aumento da quantidade. Há os que dizem que a escrita na internet é ruim. Reclamam do abuso de abreviaturas, dos erros de ortografia, das semânticas disléxicas, das sintaxes tortuosas.
Deve ser verdade. Mas essa verdade não modifica o fato de que jamais se escreveu tanto. Filhas e filhos de pais que só escreviam bilhetes, ou folhinhas de cheque, hoje não se furtam a comentar o mundo pela rede digital.
Mas vamos ao ponto: como se tornar minimamente visível num universo com excesso de escribas? Como garantir que seu comentário, mensagem, poema, declaração sejam lidos? Não há receita.
Sem manual, vale o bom senso. Quanto melhor você escrever, maior a chance de cativar leitores. Então cuida aí do português, relendo antes de postar. Cuida das frases para que elas tenham ritmo, coesão e coerência.
E persiga - com obstinação, técnica, coração - as três medalhas de ouro da comunicação escrita. São elas: clareza, clareza e clareza.
* Foto: "Instalação Sophie Calle", Régine Ferrandis, de Avignon.
Assinar:
Postagens (Atom)
SEJA BEM-VINDO!
"A disciplina é a parte mais importante do sucesso"Truman Capote
"As dificuldades devem ser usadas para superar obstáculos e vencer, não para desencorajar. O espiríto humano cresce mais forte no conflito".Willilam Channing
"O plano que não tem lugar para mudanças é um plano ruim"Syrus
"Não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um o ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida."Sandra Carey
"Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la."Cícero
"Quanto maior a dificuldade, tanto maior o mérito em superá-la."H.w.Beecher
"As dificuldades devem ser usadas para superar obstáculos e vencer, não para desencorajar. O espiríto humano cresce mais forte no conflito".Willilam Channing
"O plano que não tem lugar para mudanças é um plano ruim"Syrus
"Não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um o ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida."Sandra Carey
"Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la."Cícero
"Quanto maior a dificuldade, tanto maior o mérito em superá-la."H.w.Beecher
SLIDES PEDAGOGIA PARA A VIDA, LINDO! CLIQUE.
http://yasminrs.com/pps/034-Pedagogia-para-a-Vida.html
"Por educação espiritual entendo a educação do coração. O desenvolvimento apropriado e completo da mente dá-se, portanto, só quando caminham no mesmo ritmo a educação das faculdades físicas e a educação das faculdades espirituais da criança. Elas constituem um todo indivisível. Segundo esta teoria, portanto, é erro grosseiro supor que podem ser desenvolvidas separadamente uma das outras."
Mahatma Gandhi
Bulling
Você pode Tudo! Supere! (diminua ou pare a mídia do blog, para assistir o vídeo)
MULHER
À você mulher
Bem aventurada a mulher que cuida do próprio perfil interior e exterior, porque a harmonia da pessoa faz mais bela a convivência humana.
Bem aventurada a mulher que, ao lado do homem, exercita a própria insubstituível responsabilidade na família, na sociedade, na história e no universo inteiro.
Bem aventurada a mulher chamada a transmitir e a guardar a vida de maneira humilde e grande.
Bem aventurada quando nela e ao redor dela acolhe faz crescer e protege a vida.
Bem aventurada a mulher que põe a inteligência, a sensibilidade e a cultura a serviço dela, onde ela venha a ser diminuída ou deturpada.
Bem aventurada a mulher que se empenha em promover um mundo mais justo e mais humano.
Bem aventurada a mulher que, em seu caminho, encontra Cristo: escuta-O, acolhe-O, segue-O, como tantas mulheres do evangelho, e se deixa iluminar por Ele na opção de vida.
Bem aventurada a mulher que, dia após dia, com pequenos gestos, com palavras e atenções que nascem do coração, traça sendas de esperança para a humanidade.
Autor: (Desconhecido)
UMA VITÓRIA!
15/12/2009
Câmara aprova a regulamentação da profissão de psicopedagogia
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou há pouco o Projeto de Lei 3512/08, da deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO), que regulamenta a atividade de psicopedagogia. Aprovada em caráter conclusivo, a proposta seguirá para análise do Senado.
O relator, deputado Mauricio Quintella Lessa (PR-AL), advertiu que não é possível ao Legislativo ter iniciativa para criar o conselho da classe, como apontou a Comissão de Trabalho, de Administração e de Serviço Público. Ele votou pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da proposta.
Agência Câmara

